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Deco, meia do Flu, é pego no antidoping


Deco, meia do Flu, é pego no antidoping

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Depois de testar positivo em exame antidoping realizado após o jogo entre Fluminense e Boavista, dia 30 de março, pela Taça Rio, o meia Deco já estuda seus próximos passos. O jogador planeja processar a farmácia de manipulação e o farmacêutico responsável pela confecção de vitaminas. Deco faz uso dos medicamentos há três anos e nunca havia tido problema. Desta vez, ele acredita em contaminação no processo de produção. A substância encontrada seria a Furosemida, um diurético.

Deco chegou a aventar a hipótese de convocar uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira, para dar sua versão da história, mas foi aconselhado por seus advogados a esperar pelo resultado da contraprova. A postura adotada pelo jogador é a mesma do Fluminense, que também prefere aguardar pela confirmação do teste positivo.

A pessoas próximas, porém, Deco não escondeu o descontentamento. O meia ficou muito irritado e promete levar a apuração dos fatos às últimas consequências.

O jogador, que completa 36 anos em agosto, já havia acenado com a hipótese de encerrar a carreira ao fim da atual temporada. A ideia de ter de antecipar a aposentadoria por conta de uma suspensão deixa o jogador muito chateado. As punições em casos de doping podem chegar a dois anos de suspensão.

O veterano corre o risco de ser suspenso preventivamente pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD-RJ), que adotou a mesma medida no doping envolvendo o meia Carlos Alberto, do Vasco.

Questionado sobre o assunto, o presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), Rubens Lopes, disse ser cedo para um pronunciamento oficial.

– Não temos conhecimento oficial desses dados, pois a federação não se manifesta sem resultado oficial, mas vamos encaminhar para os órgãos competentes quando tivermos oficialmente o resultado da contraprova. É um diurético comercialmente conhecido como lazix. É um diurético usado por milhões de pessoas, pelos hipertensos. E tem sua indicação médica, como qualquer remédio. E como bem indicado, o princípio básico é de preservação da saúde. São questões que precisam ser analisadas antes de rotularmos o atleta como dopado. Nós não estamos aqui na época de caça às bruxas. Numa situação em que o indivíduo comete homicídio, até que prove o contrário é inocente. No antidoping é tido como culpado até que prove o contrário – contou, em entrevista à Rádio Tupi.

Cielo e Dodô: casos semelhantes com fins diferentes

Em outros casos de doping no esporte brasileiro, os nadadores Cesar Cielo, Henrique Barbosa e Nicholas dos Santos foram apenas advertidos em 2011 pela Corte Arbitral do Esporte (CAS), na Suíça, pelo uso da mesma substância Furosemida. O tribunal atribuiu o doping dos atletas à contaminação de um suplemento alimentar manipulado pela farmácia Anna Terra, da cidade paulista de Santa Bárbara D’Oeste. Na ocasião, o estabelecimento assumiu a culpa, enviando um relatório no qual avisava sobre a suposta contaminação das cápsulas por falta de limpeza no balcão onde as pílulas são produzidas.

Já o caso de Dodô, em 2007, foi bem diferente. Quando o jogador foi flagrado com a substância femproporex, o Botafogo inicialmente culpou cápsulas de cafeína produzidas por uma farmácia de manipulação. O atacante chegou a ser absolvido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva, mas o caso foi parar no CAS, que suspendeu o atleta por dois anos.

No atual Campeonato Carioca, o meia Carlos Alberto, do Vasco, também foi pego no exame antidoping pelo uso de substâncias hidroclorotiazida e carboxi-tamoxifeno. O jogador foi suspenso preventivamente pelo TJD-RJ por 30 dias e aguarda seu julgamento.

Fonte: globoesporte


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