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Apático, Náutico perde para os reservas do Goiás na Arena Pernambuco


Apático, Náutico perde para os reservas do Goiás na Arena Pernambuco

Nada parece ser capaz de injetar ânimo nas veias desta equipe do Náutico. Mesmo jogando em seus domínios, contra um Goiás formado praticamente por reservas, o Timbu foi incapaz de pôr em prática o discurso de “jogar pela dignidade” adotado pelo elenco e comissão técnica. Sem encontrar muita resistência, a equipe esmeraldina construiu sua vitória por 2 a 0 explorando a fragilidade da zaga alvirrubra. Esta nova derrota, porém, ainda não foi o golpe de misericórdia. Em uma dessas ironias do destino, é provável que ele venha na próxima rodada, no dia de Finados.

A desastrosa temporada exauriu a torcida alvirrubra. Até mesmo protestar parecia esforço demasiado diante dos reveses acumulados rodada a rodada. A tímida resposta ao chamado de apoio que vinha do sistema de som seria justificada no primeiro minuto do confronto. Como num treino de um time profissional contra os juniores, o atacante Júnior Viçosa teve liberdade para mandar a bola na cabeça de Welinton Júnior, que mergulhou de peixinho para abrir o placar.

O fato é que o silêncio nas arquibancadas apenas refletia a ausência de alma daquele time que deveria representar a torcida alvirrubra. Apáticos, os comandados de Marcelo Martelotte trocavam passes entre as intermediárias, até que a investida terminasse num erro individual. Vacilos que expunham o frágil sistema defensivo a contra-ataques da equipe esmeraldina. O segundo golpe do Goiás foi semelhante ao primeiro. Em cobrança de falta próxima ao meio de campo, o meia Renan Oliveira mandou a bola para a área pernambucana. Lançamento desviado de cabeça pelo volante Amaral. Atônitos, os alvirrubros pareciam não ter forças nem para reclamar uns com os outros.

Seja lá qual tenha sido o seu teor, a conversa no intervalo não surtiu nenhum efeito visível. Não fossem as duas boas defesas de Ricardo Berna, o Goiás poderia ter transformado a vitória em goleada ainda no início do segundo tempo. Diante disso, Martelotte resolveu mexer no time. A entrada do experiente Derley na vaga do prata da casa Hélder deu mais mobilidade ao meio de campo alvirrubro, que passou a incomodar a zaga adversária com toques em profundidade e jogadas de linha de fundo. Foi quando o atacante Maikon Leite ensaiou uma reação na base da velocidade. Mas o gol de honra não veio.

Apesar desta derrota, o Náutico ainda não teve o rebaixamento matematicamente decretado por conta dos tropeços de Bahia e Fluminense. O próximo compromisso, entretanto, é com o Atlético-MG em Belo Horizonte e um novo revés decreta a queda.


FICHA

Local: Arena Pernambuco.

Árbitro: Emerson de Almeida Ferreira (MG).
Assistentes: Neuza Inês Back (SC) e Edna Alves Batista (PR)
Gols: Welinton Júnior e Amaral (G)
Cartões amarelos: Maranhão e Diego (N)
Expulsões:
Público:
Renda:

Náutico

Ricardo Berna; Maranhão, João Filipe, Diego (Luiz Eduardo) e Bruno Collaço; Martinez, Elicarlos, Peña (Hugo) e Hélder (Derley); Maikon Leite e Oliveira. Técnico: Marcelo Martelotte.

Goiás

Renan; Yuri, Ernando, Valmir Lucas e Mário Sérgio; Amaral, Welinton Júnior (Araújo), Dudu Cearense, Renan Oliveira e Thiago Mendes; Júnior Viçosa (Léo Bonatini). Técnico: Enderson Moreira.

Fonte: Super Esportes PE


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