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Tênis: Pernambucana tenta final inédita no WTA, no Rio de Janeiro


Tênis: Pernambucana tenta final inédita no WTA, no Rio de Janeiro

Teliana tem segunda oportunidade na carreira de chegar a uma final de torneio WTA (Foto: Gilvan de Souza / Fotojump

Por causa de uma rotina de jejuns quebrados desde o ano passado, Teliana Pereira está sendo responsável por trazer o tênis feminino brasileiro à tona. Desde o ano passado, a número 98 do mundo já chegou novamente uma semifinal de torneio WTA, entrou no Top 100, disputou chave principal de Grand Slam e levou a equipe brasileira a uma fase de Grupo Mundial da Fed Cup – feitos que não se via no país há anos. E neste sábado, a número 1 do Brasil pode conquistar ainda mais. Deixando o favoritismo longe, mesmo jogando em casa, ela enfrenta à tarde a tcheca Klara Zakopalova, 35ª do ranking mundial, nas semifinais do Rio Open, no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro. A partida será na sequência da outra semifinal entre a italiana Nastassja Burnett (160ª) e a japonesa Kurumi Nara (62ª), que acontece às 12h (de Brasília). Se vencer a cabeça de chave 1 da competição, será a primeira final de WTA da carreira de Teliana.

– Já cheguei nas semis e igualei Bogotá, o que é incrível. Claro que eu quero uma final, ainda mais jogando no Brasil. Vai ser duro, ela é favorita. Mas estou no Brasil e não tenho o que temer. Tenho que entrar bem em quadra, dar meu máximo, e jogar mais solta. Vou relaxar para estar 100% amanhã (sábado) – disse a brasileira, depois de ter garantido vaga nas semifinais no Rio.

Teliana colocou seu nome na história do tênis feminino brasileiro quebrando tabus desde o começo do ano passado. Em fevereiro de 2013, ela chegou às semifinais do WTA de Bogotá, na Colômbia e repetiu o feito chegando à mesma fase no Rio, neste ano. A última brasileira a ter ido tão longe em um torneio WTA foi Luciana Corsato, nas semis em São Paulo, em 1990. Teliana também entrou no Top 100 do ranking mundial, encerrando um período de 23 anos sem representantes do Brasil entre as 100 melhores do mundo – Andrea Vieira estava pela última vez no grupo em 1990, quando foi 95ª.

E em janeiro deste ano, a pernambucana disputou pela primeira vez a chave principal de um Grand Slam, no Aberto da Austrália. Foi eliminada logo na estreia, mas foi a primeira brasileira desde Andrea Vieira (US Open de 1993) a estar na elite de um dos quatro maiores torneios do circuito (Austrália, Roland Garros, Wimbledon e US Open).

O mais recente feito de Teliana foi ter ajudado o Brasil a se classificar para os playoffs do Grupo Mundial II da Fed Cup. O país não disputava essa fase da competição desde 1994.

Fonte: globoesporte


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