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Série B: Portuguesa se considera Série A, e CBF ameaça com Série C


Série B: Portuguesa se considera Série A, e CBF ameaça com Série C

Elenco da Portuguesa chega a São Paulo sem dar entrevistas (Foto: Marcelo Hazan)

A Portuguesa se pronunciou sobre a atitude de abandonar a partida contra o Joinville, na última sexta-feira. De acordo com o advogado José Luiz Ferreira de Almeida, o clube respeitará a liminar do torcedor Renato Azevedo, que obriga a CBF a devolver os pontos perdidos pela equipe no Brasileirão de 2013, e não entrará mais em campo pela Série B do Brasileiro enquanto a decisão estiver vigente. Ele, inclusive, disse não temer punições da CBF e do STJD.

– A Portuguesa vai voltar para a Série A. Isso é definitivo e é o que acreditamos. Só cumprimos a determinação da CBF de entrar em campo pela Série B, mas sabíamos que o jogo seria anulado. A partir do momento em que o torcedor iria entrar com uma queixa-crime contra a CBF e contra a Portuguesa, entendemos que o time deveria sair de campo. Fizemos isso baseado em uma ordem judicial. E ordem não se contesta, se cumpre. A liminar vai ser mantida e a Portuguesa não vai jogar mais a Série B, porque é ordem judicial. Se for cassada, aí é outra história – afirmou o advogado neste sábado, no Canindé.

O advogado da CBF no caso, Carlos Miguel Aidar, também presidente do São Paulo, afirmou neste sábado de manhã que a Portuguesa vai sofrer consequências duras por ter abandonado o jogo contra o Joinville pela Série B. E que a liminar deverá ser cassada já na próxima terça-feira – quando começa a segunda rodada da Segundona.

– A Lusa vai perder os pontos, obviamente vai perder. Certamente terá de pagar uma bela de uma multa, e ainda corre o risco de eliminação do Campeonato. E aí teria de jogar a Série C em 2015. Mas não acho que será preciso chegar a isso.

Ainda segundo Aidar, há uma decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça) que determina a 2ª Vara Cível da Barra, no Rio de Janeiro, como local adequado para todas as ações na Justiça envolvendo este caso.

– Nós avisamos a juíza da Penha que deu essa liminar para a Portuguesa sobre a decisão do STJ. Ela escolheu ignorar o nosso aviso e dar a liminar assim mesmo.

ENTENDA O CASO

Aos 16 minutos do primeiro tempo do jogo entre Joinville e Portuguesa, pela Série B do Brasileirão, na sexta-feira, o delegado da partida, Laudir Zermiani, interrompeu o confronto. Ele recebeu uma liminar das mãos de Marcos Lico, filho do presidente da Lusa, Ilídio Lico, dizendo que a Portuguesa deveria receber de volta os quatro pontos que foram tirados dela no Brasileirão do ano passado, por conta da escalação irregular do meia Héverton, na última rodada, contra o Grêmio.

Com os pontos, o time se livraria do rebaixamento, que foi determinado pelo STJD em julgamento em dezembro. O documento apresentado em Joinville foi solicitado pelo torcedor Renato de Britto, na 3ª Vara Cível do Foro Regional da Penha, em São Paulo.

A CBF, por sua vez, diz que a liminar não tem eficácia e alega que apenas a 2ª vara civil da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, pode emitir uma decisão contrária à do STJD. A entidade ainda afirma que a Lusa será julgada por W.O ou abandono de jogo, que será apreciado pelo STJD.

Fonte: globoesporte


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