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Polícia Federal apreende 200 garrafas de clorofórmio e detém suspeitos em Jaboatão


Polícia Federal apreende 200 garrafas de clorofórmio e detém suspeitos em Jaboatão

A Polícia Federal em Pernambuco no último dia 11 de outubro, apreendeu 200 garrafas de clorofórmio, usado na preparação de drogas ilícitas, além de deter dois suspeitos identificados como Reny Allison Emiliano dos Santos, 27, e Luis Henrique de França Marques, 30. A captura deles aconteceu na BR 101, em frente a uma transportadora em Jaboatão dos Guararapes/PE.

Segundo a PF, além das garrafas de clorofórmio, três celulares, documentações falsas, um jaleco e um carro também foram apreendidos. Após a autuação, os detidos realizaram Exame de Corpo de Delito no Instituto de Medicina Legal (IML), e foram encaminhados para a audiência de custódia, onde foi confirmada as prisões preventivas e recambiados para o Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (COTEL), onde ficarão a disposição da Justiça Federal.

O Caso – Segundo as informações da Polícia Federal em Pernambuco, a ação aconteceu através de sua Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), no dia 11 de outubro de 2019, por volta das 15h, onde foram presos em flagrante, o estudante de Biomedicina na Paraíba de onde é natural, Reny Allison Emiliano dos Santos, 27, que não possui antecedentes e Luis Henrique de França Marques, 30, motorista, natural de Recife, que já tinha passagem pela polícia.

De acordo com a PF, as prisões aconteceram por volta das 15h, na BR 101 em frente a uma transportadora em Jaboatão dos Guararapes/PE, após denúncias e informações serem repassadas, através de uma empresa de medicamentos, dando conta que uma transportadora havia lhe comunicando a chegada de uma encomenda de produtos químicos controlados, sendo 200 garrafas de clorofórmio.

Porém, ao averiguar as solicitações de compra de produtos, a empresa constatou que não os havia adquirido, motivo pelo qual acionou a Polícia Federal que é o órgão fiscalizador de tais produtos controlados para proceder uma averiguação. De posse dessas informações, foi montada uma equipe de policiais federais que se dirigiram até o local com o objetivo de constatar ou não tais irregularidades.

A ação teve o desfecho quando os federais perceberam a presença de dois veículos que já estavam se preparando para sair do local citado na denúncia, sendo um deles um táxi da paraíba em que estava Reny e o outro um chevrolet classic de Jaboatão dos Guararapes, dirigido por Luis. Todos foram abordados e ao ser verificada a documentação de liberação dos produtos químicos que estava em nome de Reny, constatou-se que eram falsos. No momento da abordagem, o aluno de biomedicina estava utilizando um jaleco branco que continha o nome da empresa que havia sido vítima de toda a armação.

Terminados os trabalhos ostensivos e tendo sido apreendidos os produtos químicos que estavam nas malas dos dois veículos, todos receberam voz de prisão em flagrante, foram informados dos seus direitos e garantias constitucionais e em seguida levados para a Superintendência da Polícia Federal, onde Reny e Luis acabaram sendo autuados em flagrante pelo crime contido no 33 § 1º, inciso I da lei 11.343/2006 (tráfico de drogas por trazer consigo sem autorização ou em desacordo com determinação legal produto químico destinado à preparação de drogas;). Caso sejam condenados, podem pegar penas que variam de 5 a 15 anos de reclusão.

Após a autuação, os presos realizaram Exame de Corpo de Delito no Instituto de Medicina Legal (IML), foram encaminhados para a audiência de custódia, onde foi confirmada suas prisões preventivas e recambiados para o Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna COTEL), onde ficarão a disposição da Justiça Federal. Além das 200 garrafas de clorofórmio e do veículo classic, também foram apreendidos 3 celulares, 1 jaleco e várias documentações falsificadas.

Ainda segundo a Polícia Federal, no interrogatório, o taxista de 58 anos, natural de Alagoa Grande/PE disse que apenas foi contratado por Reny por R$ 350 para se dirigir até Recife, pegar uma encomenda e levar de volta para João Pessoa/PB. Por não ter sido comprovada a participação efetiva dele no crime, ele apenas foi ouvido em inquérito policial e liberado em seguida.

A PF também ressalta que Reny confirmou ter consciência de estar transportando ilegalmente um produto controlado e que resolveu fazer esse transporte em troca de um aparelho celular novo, porém não deu detalhes nem informações da pessoa que o contratou e negou ter preparado a documentação falsa para liberação do produto controlado, apesar de constar seus dados pessoais no documento.

Já sobre Luis, a Polícia Federal relata que ele negou qualquer participação no crime e disse que como trabalha com Uber, recebeu uma proposta de uma pessoa, não dando maiores detalhes, apenas para coletar um material da transportadora pelo valor de R$ 100 e se encontrar com Reny, que lhe passou os detalhes pelo telefone, porém, afirmou ter pago R$ 400 reais para liberação da carga na transportadora. Segundo a PF, ele disse que o jaleco da empresa que estava no seu carro foi deixado por um passageiro, mas não soube explicar porque tal fardamento era da mesma empresa que negou ter adquirido os produtos controlados.

Por fim, a Polícia Federal afirma que o clorofórmio ou Triclorometano, solvente clorado, costuma ser utilizado como principal ingrediente da droga conhecida popularmente como “loló ou lança perfume”. Além disso pode ser utilizado no refino de cocaína, estando inserido na Lista II (Solventes, capazes de serem empregados na preparação de drogas, sujeitos a controle e fiscalização a partir de 1 (um) grama ou 1 (um) mililitro.) da Portaria 240/2019 do Ministério da Justiça e Segurança Pública que estabelece procedimentos para o controle e a fiscalização de produtos químicos e define os produtos químicos sujeitos a controle pela Polícia Federal.


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