Farmácia Rangel
Falub
Lacca Laboratório
Últimas

Irã liberta temporariamente 85 mil prisioneiros devido a pandemia de coronavírus


Irã liberta temporariamente 85 mil prisioneiros devido a pandemia de coronavírusFoto - Reuters / Leonhard Foeger

Cerca de 85 mil prisioneiros, inclusive políticos, foram libertados temporariamente no Irã, por causa da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). O número de mortes provocadas pelo coronavírus no país chegou a 988, e um total de 16.169 infecções foram confirmadas, em um dos piores surtos da doença fora da China, onde o novo vírus surgiu.

“Até agora, cerca de 85 mil prisioneiros foram soltos. Além disso, adotamos medidas de precaução nas prisões para confrontar o surto”, disse o porta-voz do Judiciário, Gholamhossein Esmaili, que não detalhou quando os presos libertos terão que voltar às celas.

O relator especial das ONU para os direitos humanos no Irã, Javaid Rehman, disse, disse um dia depois de o Irã libertar 70 mil prisioneiros no início de março, que pediu para Teerã soltar todos os prisioneiros políticos temporariamente de suas prisões superlotadas e infestadas de doenças para ajudar a conter a propagação do coronavírus.

Rehman disse que só aqueles que cumprem penas menores de cinco anos foram libertados, enquanto detentos com penas maiores e aqueles responsabilizados por participarem de protestos anti-governo continuaram presos. O Irã soltou ao menos uma dúzia de prisioneiros políticos nos últimos dias, de acordo com ativistas e grupos de direitos humanos, mas prisioneiros políticos destacados permanecem trancafiados.

EUA – Os Estados Unidos pediram a libertação de dúzias de presos com dupla nacionalidade ou estrangeiros detidos sobretudo por acusações de espionagem no Irã, dizendo que Washington responsabilizará o governo diretamente por qualquer morte de norte-americanos.

Os governantes clericais iranianos se recusaram a interditar cidades, apesar do número de mortes crescente e da incidência de casos novos, mas exortaram as pessoas a evitarem viajar ao exterior antes do Ano Novo do Irã, em 20 de março, em meio aos temores de uma disseminação maior do vírus.

Muitos iranianos ignoraram os apelos das autoridades de saúde para que fiquem em casa, e lojas e restaurantes continuam abertos no país. Uma medida rara foi o governo interditar os santuários muçulmanos sagrados de Mashhad e Qom, o epicentro do surto de coronavírus no Irã. Autoridades disseram que as sanções dos EUA, reimpostas a Teerã desde que Washington se desligou do acordo nuclear de 2015 com o regime e seis potências, atrapalham a luta do Irã contra a doença.

 

 

*Com informações – Agência Brasil


Armazém Loureço
Maxima Contabilidade
Cachorro Quente
CESP Carpina

Compartilhe nas redes


Deixe seu comentário