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Mortes crescem 15% e Brasil atinge 1,5 mil óbitos


Mortes crescem 15% e Brasil atinge 1,5 mil óbitos

Nas últimas 24h o número de mortes por coronavírus no Brasil aumentou 15% e chegou a 1.532. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (14).Na segunda-feira (13), foram registrados 1.328 óbitos.

São Paulo concentra o maior número de mortes (695), com mais da metade do total. O estado é seguido por Rio de Janeiro (224), Pernambuco (115), Ceará (107) e Amazonas (90).

Também foram registradas mortes no Paraná (36), Maranhão (32), Minas Gerais (27), Santa Catarina (26), Bahia (22), Pará (19), Rio Grande do Norte (18), Rio Grande do Sul (18), Distrito Federal (17), Espírito Santo (17), Paraíba (16), Goiás (15), Piauí (oito), Amapá (seis), Sergipe (quatro), Mato Grosso do Sul (quatrp), Alagoas (quatro), Mato Grosso (quatro), Acre (três), Roraima (três) e Rondônia (dois). Tocantins é o único estado onde ainda não houve morte.

O número de casos somou 25.262, o que representa um crescimento de 8% em relação a segunda-feira (13), quando o balanço do Ministério da Saúde registrou 23.430. No comparativo com o domingo (12), quando foram identificadas 22.169 pessoas infectadas, o aumento significou 14%.

A taxa de letalidade do país está em 6,1%, maior do que a registrada ontem, quando o índice foi de 5,7%.

O Brasil bateu o recorte de mortes em 24 horas: 204. Na segunda-feira (13), haviam sido contabilizados 105 óbitos e, no domingo, 99. No perfil das vítimas, 59,9% eram homens e 40,1%, mulheres. Do total, 73% tinham acima de 60 anos e 73% apresentavam algum fator de risco, como cardiopatia, pneumopatia, diabetes e doenças neurológicas.

Os casos confirmados nas últimas 24 horas totalizaram 1.832, mais do que o contabilizado na segunda (13), 1.261 casos. O resultado não foi o maior, pois, na última semana, houve um acrésimo de 2.210 novos casos às estatísticas na quarta-feira (8).

As hospitalizações por Covid-19 totalizaram 4.926. No entanto, há 31.605 pessoas internadas com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em investigação, dependendo de testes para averiguar se são casos de infecção por novo coronavírus ou não.

Com informações da Agência Brasil


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