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Câmara de Vereadores de Carpina aprovou a criação da “medalha de honra ao mérito Iratembé” destinadas às mulheres carpinenses de destaque


Câmara de Vereadores de Carpina aprovou a criação da “medalha de honra ao mérito Iratembé” destinadas às mulheres carpinenses de destaqueFoto: Voz de Pernambuco

A vereadora Manu Lapa (PTB), em sessão na última terça-feira (04) na Câmara de Vereadores de Carpina, a Casa Dr. Murilo Silva, apresentou um projeto de resolução que cria a medalha de honra ao mérito às mulheres residentes em Carpina, dando o nome da índia guerreira “Iratembé”. Além disso a parlamentar também apresentou um projeto de lei de proteção aos direitos dos trabalhadores. De acordo com Manu, os dois projetos são de extrema importância para Carpina, um pela proteção dos trabalhadores e o outro para homenagear as carpinenses pelos seus serviços prestados ao município. Os dois projetos foram aprovados por unanimidade em 1° votação pelos parlamentares presentes em sessão.

A história de Iratembé aconteceu onde hoje é a divisa entre Carpina e Tracunhaém, e de acordo com Severino Vicente da Silva do “Programa que História é essa? ”, “um dos engenhos construídos próximo ao rio ficou famoso por conta de um massacre realizado pelos índios potiguares contra a família de Diogo Dias. A história desse massacre vem um pouco de traz. Um mameluco, ou seja, um dos primeiros brasileiros resultante da união entre europeus e indígenas, chegou até a aldeia Cupaóba dos índios potiguares, na região que hoje é Paraíba. A tribo era comandada por Iniguassu. O mameluco foi bem recebido, tendo inclusive recebido uma das filhas de Iniguassu como esposa, foi a bela Iratembé, Lábios de Mel. No acordo do casamento, o mameluco deveria ficar na tribo, mas, aproveitando uma ausência de iniguassu, ele fugiu levando a bela Iratembé.

Iniguassu, então enviou dois de seus filhos até Olinda para recuperar a sua bela Iratembé, o que conseguiram, por conta da decisão do governador Antônio Salema. Retornando para sua tribo, os índios pernoitaram na casa de Diogo Dias, no engenho Tracunhaém. Na manhã seguinte descobriram que Diogo Dias escondera Iratembé e recusava-se a devolver a indígena. Seus irmãos seguiram viagem e chegaram à aldeia Cupaóba sem ela. Algum tempo depois, os potiguares formaram um exército de cerca de 2000 indígenas e dirigiram-se para Tracunhaém, mas não se deixaram ver na totalidade de suas armas. Julgando serem poucos os índios que os atacavam, os defensores do engenho saíram para a luta e viram-se envolvidos por uma multidão. Toda a família de Diogo Dias, com exceção de duas pessoas que estavam em Olinda, foi morta. Os Potiguares ainda atacaram outros engenhos da capitania de Itamaracá, e se diz que morreram 614 colonos. Esse massacre foi uma das razões para a criação da Capitania Real da Paraíba, diminuindo a Capitania de Itamaracá que passou a ser administrada por Pernambuco.” contou Severino em seu site.

Confira a entrevista da vereadora Manu Lapa:


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