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Carpina: Assassinato do radialista J. Cândido completa 17 anos e segue cercado de muito mistério


Carpina: Assassinato do radialista J. Cândido completa 17 anos e segue cercado de muito mistério

O crime em que foi vítima o radialista e na época vereador José Cândido de Amorim Filho, mais conhecido “J. Cândido”, completa 17 anos nesta sexta-feira (1º). Ele estava chegando na sede da rádio Alternativa FM, emissora onde trabalhava e apresentava o “Programa J. Cândido”, quando foi surpreendido por homens em motocicletas que efetuaram mais de 20 disparos de arma de fogo contra vítima, que ainda chegou a ser socorrido para a Unidade Mista de Carpina, mas já deu entrada sem vida. J. Cândido já havia sido vítima de uma tentativa de homicídio em 21 de maio do mesmo ano, onde foi alvejado com um disparo.

O crime ainda é cheio de mistério e nunca foi totalmente esclarecido. Em 17 de dezembro de 2015, um julgamento foi realizado no Fórum Desembargador Rodolfo Aureliano, no Recife, onde em um júri foram condenados os apontados como executores: Edilson Soares Rodrigues e Taironi César da Silva Pereira receberam pena de 19 anos de reclusão cada. André Luiz de Carvalho 21 anos de reclusão e Jorge José da Silva há 14 anos de reclusão, todas as penas relativas ao crime de homicídio. O processo ainda segue tramitando no Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).

Em 10 de novembro do ano passado, a 4ª câmara criminal do TJPE, julgou pedido da defesa dos acusados, onde foi alegada a incompetência do órgão julgador, falsidade documental, restauração dos autos, designação de um novo julgamento e diminuição das penas, mas foi negado pelos desembargadores de forma unânime, onde no próprio julgamento os desembargadores reconhecem haver executores e mandantes não identificados.

“Há uma vasta prova deponencial que atribui aos quatro corréus (ora apelantes) a coautoria delitiva, sendo possível afirmar que o primeiro apelante emprestou a sua motocicleta para o segundo apelante ciente do fato de que ela seria utilizada na prática do homicídio; o segundo e o terceiro apelantes, assim como outros sujeitos não identificados, abordaram a vítima, disparando contra ela; e o quarto apelante intermediou o delito, servindo de elo entre o(s) mandante(s) – não identificado(s) – e os executores materiais da infração penal”.

Já outro processo, esse que tramita na vara criminal da comarca de Carpina é responsável pelo julgamento do crime da tentativa de homicídio que “J. Cândido” sofreu em 21 de maio de 2005. A ação está há quase dois anos sem movimentação, sendo a última movimentação em 7 de julho de 2020, onde foi um aditamento da denúncia e figuram como réus nesse processo: André Luiz de Carvalho e Tairone Cesar da Silva.


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