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Com investimento de quase R$ 600 milhões, Mães de Pernambuco beneficia mais de 135 mil mulheres


Com investimento de quase R$ 600 milhões, Mães de Pernambuco beneficia mais de 135 mil mulheresFoto: Ed Machado/Governo de Pernambuco

Uma das principais políticas públicas de assistência social do Governo de Pernambuco, o programa Mães de Pernambuco inicia 2026 com resultados expressivos. Desde a sua implantação, mais de 135 mil mulheres já foram beneficiadas com o repasse mensal de R$ 300, totalizando um investimento superior a R$ 597,5 milhões.

A iniciativa tem contribuído diretamente para o fortalecimento da segurança alimentar, a autonomia financeira das mulheres e a proteção da primeira infância, especialmente entre famílias em situação de maior vulnerabilidade social.

“O Mães de Pernambuco é uma promessa de campanha que saiu do papel e está dando muito certo. Esse programa de transferência de renda, que se soma ao Bolsa Família, garante um reforço financeiro essencial para que milhares de mães cuidem de seus filhos e filhas. Ele faz parte de um conjunto de ações voltadas à proteção das mulheres e da primeira infância, incluindo a implantação de 250 creches em todo o Estado”, destacou a governadora Raquel Lyra.

Para ter acesso ao benefício, é necessário que a mulher atenda simultaneamente aos seguintes critérios: Residir em Pernambuco; Estar com o Cadastro Único atualizado e ser beneficiária do Bolsa Família; Ser responsável familiar; Estar gestante (recebendo o Benefício Variável à Gestante) ou ser mãe/responsável por criança de até 6 anos; Não possuir emprego ou renda formal.

Em caso de dúvidas, as interessadas podem procurar o CRAS ou CREAS de referência ou entrar em contato com a Ouvidoria Social da Secretaria de Assistência Social pelo e-mail ouvidoria@sas.pe.gov.br ou pelo telefone 0800 081 4421, das 7h às 17h.

O Mães de Pernambuco integra o programa Pernambuco Sem Fome, que completou dois anos no fim de 2025. De acordo com dados do Ministério da Saúde, entre 2023 e 2024, o Estado registrou uma redução de cerca de 25% na insegurança alimentar grave, além de uma queda de 20% nas internações por desnutrição, alcançando o menor índice da série recente.

 


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