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Discussão entre ex-companheiros termina em registro de ameaça no bairro Novo em Carpina


Discussão entre ex-companheiros termina em registro de ameaça no bairro Novo em Carpina

Uma ocorrência de ameaça, envolvendo três pessoas, foi registrada na manhã da última terça-feira (6), por volta das 9h12, na Rua Rubens José da Silva, no bairro Novo, em Carpina, Zona da Mata Norte de Pernambuco.

De acordo com informações repassadas pela Polícia Militar, a equipe foi acionada para atender a uma denúncia de ameaça. No local, os policiais fizeram contato com as partes envolvidas, sendo identificados um homem, apontado como vítima, uma mulher, apontada como imputada, e outro homem, que acompanhava a ocorrência.

Segundo relato da vítima, após diversas discussões, ele teria decidido encerrar o relacionamento com a imputada. Ainda conforme o relato, a mulher não teria aceitado o término e passou a ameaçá-lo de morte, afirmando que enviaria alguém até o local de trabalho dele para matá-lo. A vítima também relatou que, durante as discussões, teria sido agredida com um tapa no rosto, deixando o imóvel apenas com a roupa do corpo.

A vítima informou ainda que, ao tentar retornar posteriormente para buscar documentos e pertences pessoais, não teria sido autorizada a entrar no imóvel, tendo então se deslocado para a casa de um familiar. Já durante a madrugada, ele recebeu informações de que a imputada teria ido até um estabelecimento comercial em Paudalho, onde o casal comercializava frutas, verduras e outros produtos, e retirado os itens do local.

O comércio, segundo a vítima, seria de propriedade conjunta do casal, com apoio financeiro de um familiar. A imputada, por sua vez, negou as ameaças e afirmou que a vítima, acompanhada do familiar, teria tentado invadir o imóvel. Ela relatou ainda que o familiar teria tentado agredi-la, sem êxito.

A mulher também declarou que já teria sofrido agressões físicas anteriormente por parte da vítima, mas que não havia registrado ocorrência por acreditar em uma possível reconciliação. Em relação aos produtos retirados do estabelecimento comercial, ela alegou que também é proprietária e que teria apenas resguardado os itens em local seguro.

Diante das versões apresentadas, todas as partes foram conduzidas à Delegacia de Polícia Civil local, onde o caso foi registrado e ficaram a cargo da autoridade policial os procedimentos legais cabíveis.


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