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Pernambuco preserva classificação B+ e reforça equilíbrio das contas públicas


Pernambuco preserva classificação B+ e reforça equilíbrio das contas públicas

Pernambuco manteve, pelo terceiro ano seguido, a classificação B+ na avaliação da Capacidade de Pagamento (Capag), indicador elaborado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) para medir a situação fiscal de estados e municípios brasileiros. O resultado reforça a estabilidade das contas públicas estaduais e a capacidade do Estado de manter o equilíbrio fiscal mesmo diante do aumento das demandas por investimentos e serviços públicos.

De acordo com o Governo de Pernambuco, a manutenção da nota reflete o trabalho desenvolvido pelas áreas financeira, contábil e de gestão fiscal, além das ações de planejamento e controle implementadas nos últimos anos.

A governadora Raquel Lyra destacou que o resultado é consequência das medidas adotadas para reorganização das finanças estaduais desde o início da gestão, ressaltando que o desempenho fiscal contribui para ampliar a capacidade de investimentos e fortalecer a prestação de serviços à população.

A Capag é um dos principais instrumentos utilizados pelo Tesouro Nacional para avaliar a saúde financeira dos entes federativos. A classificação também influencia a análise de operações de crédito e a concessão de garantias da União para financiamentos contratados pelos estados.

A metodologia considera três indicadores: endividamento, poupança corrente e liquidez.

No quesito endividamento, Pernambuco alcançou a nota máxima A. Em 2025, a relação entre a dívida consolidada e a Receita Corrente Líquida (RCL) ficou em 41,22%, índice considerado confortável pelo Tesouro Nacional.

No indicador de poupança corrente, que mede a capacidade de geração de recursos para custear despesas e realizar investimentos, o Estado recebeu nota B, com percentual médio de 93,12% entre os exercícios de 2023, 2024 e 2025.

Já no critério de liquidez, que avalia a capacidade de honrar compromissos financeiros de curto prazo, Pernambuco também obteve nota B, registrando índice de 0,39% em 2025.

Segundo o governo estadual, a permanência da classificação B+ demonstra a continuidade de uma política de responsabilidade fiscal, fortalecendo a credibilidade institucional do Estado e ampliando as condições para captação de recursos destinados a projetos de desenvolvimento econômico e social.


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