Mercado de trabalho pernambucano fecha 2025 em alta, segundo dados oficiais
Foto: Gabriel Santana/Sedepe Pernambuco fechou o ano de 2025 com desempenho positivo na geração de empregos formais, alcançando o segundo melhor resultado do Nordeste e a sexta colocação no ranking nacional. Os dados constam no Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
De acordo com o levantamento, o Estado registrou um saldo acumulado de 72.565 postos de trabalho com carteira assinada ao longo do ano. O resultado representa o melhor desempenho anual desde 2022, período posterior à pandemia da Covid-19.
No acumulado entre janeiro de 2023 e dezembro de 2025, Pernambuco contabilizou a criação de 183.485 empregos formais, número superior ao total registrado entre 2010 e 2022, quando foram abertas 173.985 vagas. Já no recorte mensal, o Estado manteve a terceira posição no ranking regional no mês de dezembro.
Na comparação com 2024, o saldo de empregos em 2025 apresentou crescimento de 21,4%, o que corresponde a 12.797 vagas a mais. Quando analisado apenas o mês de dezembro, houve uma melhora de 29,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A análise setorial aponta a Construção Civil como o segmento com maior crescimento proporcional em 2025. O setor criou 15.113 empregos, o que representa uma expansão de 151,4% em comparação a 2024.
O setor de Serviços permaneceu como o principal empregador do Estado, com 41.013 vagas criadas, crescimento de 23,2%. A Indústria também apresentou resultado positivo, com 7.406 novos postos de trabalho, alta de 13,6%, enquanto a Agropecuária manteve saldo positivo ao longo do ano.
Quanto ao perfil dos trabalhadores, o levantamento indica que 40.973 vagas foram ocupadas por homens em 2025, crescimento de 32,8% em relação ao ano anterior. Entre as mulheres, o saldo foi de 31.592 empregos, representando aumento de 9,2% no período.
Sobre o Novo Caged:
O Novo Caged reúne informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do eSocial e do sistema Empregador Web, permitindo o acompanhamento mensal da evolução do emprego formal no Brasil.












