Pernambuco registra saldo positivo de mais de 6 mil empregos formais em junho, aponta Novo Caged
Pernambuco encerrou o mês de junho com saldo positivo de 6.162 empregos formais, conforme dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados na última terça-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Com o resultado, o Estado alcançou a segunda colocação no Nordeste e a sétima posição no ranking nacional de geração de empregos no período.
No acumulado do primeiro semestre de 2026, Pernambuco soma 21.411 vagas com carteira assinada, ocupando a terceira posição entre os estados nordestinos e a 13ª colocação no país. Desde janeiro de 2023, o saldo acumulado de empregos formais chegou a 204.732 postos de trabalho.
O setor de Serviços liderou a geração de empregos em junho, com 3.400 vagas, seguido pela Indústria (1.284), Comércio (1.190) e Construção (554).
A secretária de Desenvolvimento Econômico, Danielle Jar Souto, destacou que o acompanhamento dos indicadores do mercado de trabalho é fundamental para orientar o planejamento das políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico do Estado.
Já o secretário de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo, Diogo Alexandre, afirmou que o desempenho reflete ações voltadas à qualificação profissional, intermediação de mão de obra e ampliação das oportunidades de emprego para a população.
De acordo com nota técnica da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDEC), Pernambuco foi responsável por 17,9% do saldo de empregos gerados no Nordeste em junho, percentual superior à participação do Estado na população da região, que corresponde a 16,7%.
O levantamento também aponta que Pernambuco atingiu um estoque de 1.535.055 trabalhadores com carteira assinada, mantendo o segundo maior número de vínculos formais do Nordeste.
Os dados do Novo Caged são divulgados mensalmente pelo Ministério do Trabalho e Emprego e reúnem informações sobre admissões e desligamentos de trabalhadores com carteira assinada em todo o país, permitindo acompanhar a evolução do mercado formal de trabalho.









