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Em Vicência, João Campos acusa adversários de ataques e afirma: “Na política não vale tudo”


Em Vicência, João Campos acusa adversários de ataques e afirma: “Na política não vale tudo”

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) fez críticas ao suposto esquema que estaria por trás de ataques direcionados a ele, aliados e familiares durante um discurso realizado em Vicência, na Mata Norte de Pernambuco.

A declaração ocorreu durante uma agenda política no município, onde o candidato participou de uma caminhada pelas ruas e da inauguração do Espaço 40, destinado à distribuição de materiais de campanha e outras atividades relacionadas às candidaturas da Frente Popular de Pernambuco.

Em seu discurso, João Campos classificou como graves as denúncias relacionadas a um suposto “Gabinete do Ódio” que, segundo investigações divulgadas, teria utilizado recursos públicos para promover ataques contra adversários políticos.

O candidato afirmou que teria sido alvo de ataques que considera criminosos e declarou que informações divulgadas pela imprensa apontariam para reuniões entre o homem apontado como operador do suposto esquema e integrantes do Governo de Pernambuco.

“Na política não vale tudo. A justiça será feita”, afirmou João Campos durante o discurso.

Segundo informações apresentadas pela assessoria do candidato, registros de visitas ao Palácio do Campo das Princesas teriam identificado encontros entre o homem apontado como operador do suposto esquema e integrantes do governo durante o período em que ataques contra João Campos começaram a circular de forma coordenada nas redes sociais.

O caso já é alvo de investigação da Polícia Federal. Ainda de acordo com a assessoria, João Campos informou que sua equipe jurídica deverá adotar as medidas consideradas cabíveis diante das denúncias.

Durante a agenda em Vicência, o candidato esteve acompanhado do candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), da candidata ao Senado Marília Arraes (PDT), dos deputados Pedro Campos (PSB) e Francismar Pontes (PSB), além de Neto de Dija e outras lideranças políticas da região.

As acusações mencionadas no discurso são objeto de investigação, e eventuais responsabilidades deverão ser definidas pelas autoridades competentes a partir da apuração dos fatos.


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